Mais um péssimo dia para ser um anti-são paulino, porque mais uma vez a moeda caiu de pé. O que fizeram hoje ficará na memória de todos os São Paulinos que se lembrarão dessa partida como um marco, o renascimento São Paulino. Daqui pra frente podemos não somar tantos resultados memoráveis como hoje, mas daqui pra frente continuaremos somando o orgulho de sermos a nação mais apaixonada do mundo que aliás, vem fazendo um show nas arquibancadas.

Sabe, em 2013, mesma situação e tudo parecia correr contra o São Paulo. Com Muricy, ex santista também, nadamos contra a maré e no ano seguinte, terminamos em 2° lugar na tabela. Que a razão esteja contra nós mais uma vez, caros amantes do futebol, pois o que continua movendo montanhas é a fé; e temos de sobra viu?! Nunca duvide do time que joga com a camisa que entorta o varal.

Sobre a partida? Um espetáculo. O Botafogo não veio com o cunho ofensivo esperado, se retrancou e esperou o São Paulo atacar e assim viram o tricolor paulista abrir o placar com Cueva aos 17 minutos. Dois minutos depois foi a vez do Botafogo igualar a partida e dos pés de Marcos Guilherme saiu o empate e a virada Botafoguense. Apita o árbitro, 2×1 no primeiro tempo. Na volta do intervalo, um pênalti marcado a favor do time paulista animou as arquibancadas visitantes que infelizmente testemunharam Cueva perder a penalidade e a chance de empatar. A reação carioca veio com Guilherme que ampliou ainda mais o placar carioca. Anota aí, falta mais, calma que tá só 3×1. Aos 38 do segundo tempo um dos estreantes da noite Marcos Guilherme, diminuiu o placar e logo em seguida foi a vez do profeta marcar o seu e empatar a partida. Pelos pés de Marcos Guilherme, novamente, saiu o gol da vitória com um passe de Cueva. Perdeu as contas? 4×3 para o time que dominou a partida.

Resultado justo, o São Paulo dominou a partida. Fim. Sem discussão. Sal grosso, fé e profecia; cântico nas arquibancadas e RAÇA, respeito e amor à camisa. Graças a Deus sou são paulina, como sou grata por ter nascido tri campeã do mundo e fadada ao brilhantismo sul americano. Quando o São Paulo não me mata de raiva, me mata de amor e repito, no dia que você não existir, eu não quero sorrir nunca mais!