Symone Corrêa Silva, uma torcedora dê alma e coração. Com seus 49 anos, mostra que suas melhores lembranças, quando o assunto é São Paulo F.C, ficam guardados para sempre.

Super ativa, mulher e mãe, Symone conta que já levou seu filho de 12 anos para o estádio, mesmo seu marido sendo Palmeirense. Animada, também recorda do incentivo paterno para vestir a camisa tricolor: “meu pai era são-paulino, por conta dele comecei a torcer (…). Apesar da (má, rs) influência do meu tio e padrinho, que era corintiano, e queria, porque queria, me fazer corintiana também”.

Seu primeiro jogo do Tricolor foi um clássico contra o Santos, ela não recorda em que ano exatamente, mas se diverte dizendo que era criança e que estava na “geralzona”. Já seu primeiro título comemorado foi em 1977, com o São Paulo se consagrando Campeão Brasileiro pela primeira vez.

(Imagem: Arquivo Pessoal)

Symone na Campanha Sangue Vermelho Branco e Preto   (Imagem: Arquivo Pessoal)

Quando o assunto são ídolos, Symone não esconde que existiram alguns durante os anos. “Como sou Tricolor faz tempo (risos), alguns ídolos já passaram por este coraçãozinho. O primeiro foi o Renato, famoso pé murcho. Depois veio o Raí. E, por último, Rogério Ceni, que mantenho a idolatria, também como técnico”.

E por falar em Rogério Ceni, Symone não deixou passar seu comentário sobre o desempenho do atual treinador. “A princípio, achei que seria precoce ele [Rogério Ceni] iniciar pelo time principal, mas, logo no seu primeiro jogo no comando, vi que estava enganada. Um cara apaixonado pelo São Paulo, se preparou para a função, e a desempenha muito bem. Claro, ainda há muito o que ser feito, mas, ao meu ver, vai dar certo. Aliás, já deu!”

Symone é, dentre tantas outras mulheres, representante São Paulina. Representante que prova que para amar futebol não existe sexo, gênero ou idade.

Feliz Dia Internacional das Mulheres, torcedora!