Foi identificado um novo vício no São Paulo Futebol Clube. Criado no Peru, com o nome cientifico Christian Alberto Cueva Bravo, popularmente conhecido como Cueva. Meia composto, por habilidade, trabalha em curto espaço e de preferência na linha do 4-4-2, na lateral esquerda, gosta de arriscar e com a centralização das jogadas comanda o sistema ofensivo em campo. Essa substância vem como destaque da equipe, por todo ritmo ditado durante o jogo, sua boa movimentação, força de vontade, pontaria e visão de jogo.

Especialistas alertam: Interrupção no uso do mesmo causa graves consequências. Como o distanciamento do meio de campo com o ataque, que desde o início da temporada não era problema, e problemas de mobilidade no setor defensivo.

Assim como todas as substâncias, as fermentações de felicidade sobressaem no momento em que a boa sensação domina o corpo, quando ele nos traz resultados positivos. No entanto na ultima rodada do Paulista nos deu indício de medo, perda de ritmo e nervosismo. A abstinência nos assustou, o time não fluiu. O que será que aconteceu? Seria proibido a sua ausência, para estarmos bem?

Com uma dosagem um pouco menor, porém participativa, na quarta-feira (15), foi aplicado como principal colaborador, ao render moral na classificação da Copa do Brasil. Pode-se observar que a sua maior composição é de carregar o time nas costas. Mas se é um time, a responsabilidade tem que ser distribuída, seja quando ele está aplicado em todos em campo ou quando não está tão participativo, pois chegará o momento em que não fará mais efeito como antes em uma sequência tão grande.

Entrou em estado e emergência, ministério da saúde adverte: para evitar possíveis palpitações no coração do torcedor e ter confiança concreta, terá que encontrar uma nova substância que supra e que seja a renovação da safra de “craque camisa 10”, pois, na ausência dele, é a solução para que a dependência não seja centralizada. A necessidade de alternativa da substância tem que ser estudada e trabalhada, o quanto antes, por Dr. Ceni. Ela é rara, e não se  encontra em qualquer esquina.

Tornamos-nos reféns? Não existe outra medicação que possa suprir essas necessidades?

Aviso:  Craque causa dependência, busque alternativas e use com moderação.