Sexta-feira, e sempre aquele famoso “dia da maldade”, uma pena que, só tomando umas boas cachaças pra conseguir falar de futebol, principalmente de São Paulo.

Confesso que como papel essencial de TODOS os torcedores, ontem (22) era dia de torcer e acreditar até o fim, mesmo sabendo que o jogo foi entregue no Morumbi, em uma partida horrorosa, nas sinceras palavras.  É difícil admitir isso para uma torcedor qualquer, mas o futebol é isso.

Mas voltando a sexta-feira abençoada…

Nos meus primeiros copos para falarmos de São Paulo, vem aquele gosto amargo e o famoso estágio da sensibilidade. Aquele momento deprimente de chorar e se lamentar. Você começa a tentar entender e até faz filosofar… “Um dia estou animado com Libertadores, no outro acreditando na Copa do Brasil e no futuro (muito próximo) me preocupando com o mal desempenho no Campeonato Brasileiro, faltando algumas partidas pra gente se garantir na série A. Onde estamos errando?! Não é só culpa do R. Gomes.. Ou será que vem sendo?!”…

Filosofia vai, depressão vem.. Ai chega a hora dos “copos além da conta”, aqueles que você bebe sem motivo algum, talvez pra parecer mais sociável ou começar a mudar o estágio do nível alcoólico. Você começa a  se divertir, fala do seu São Paulo como se não houvesse o amanhã. Fala, fala e fala. Relembra ídolos e gols, até que chega o momento do show de humor, e  diz que foi melhor assim ontem,  e está só focado no Brasileiro.

Já se passaram algumas boas horas, fui pra casa e a única lição que levo disso, é que e ressaca melhor é a do futebol, pois nem chá de boldo cura a ressaca da bebida. Aliás, alguém com um telefone de Farmácia Delivery ai?!