Torcida tricolor desde o gol de Alan Kardec contra o América – MG, os gols feitos pela equipe do São Paulo foram marcados pelos estrangeiros que atuam pela equipe.
Estamos passando por uma “gringodependência” o que se justifica pela quantidade de atletas de outras nacionalidades que temos no time.

Tirando goleiros e volantes em todos os outros setores temos ao menos um jogador estrangeiro. Na defesa temos Lugano, nas laterais Buffarini e Mena, no meio de campo Centurión e Christian Cueva e no ataque temos Chávez.

A maioria dos gringos são parte do legado de Edgardo Bauza, muitos nomes, totalmente desconhecidos pela torcida, só vieram por pedido do ex-técnico do São Paulo. Se Calleri escreveu seu nome na história do clube por seus feitos como artilheiro da Libertadores deste ano, Cueva e Chávez estão empolgados em fazer a diferença e marcar seus nomes na história do Tricolor.

Sem Kardec nossas opcões de brasileiros para o ataque do São Paulo não estão lá essas coisas.
Ytalo se recupera de cirurgia no joelho, Gilberto voltou a ser relacionado e entrou no segundo tempo ontem contra o Santa Cruz. Kelvin ainda não voltou 100% da lesão. Os meninos Luiz Araújo e Pedro tem bom desempemho, mas acabaram de subir para o profissional e ainda estão amadurecendo, não dá para exigir muito deles.

E é nessas brechas que os gringos aproveitam para se firmar dentro do clube. Não, definitivamente não vejo isso como algo ruim, pois além do São Paulo ser beneficiado com os resultados os jogadores brasileiros têm que se esforçar para manter suas posições dentro do time.