Chegamos agora a um ponto decisivo de nossa história. Alguns preferem desacreditar, outros nem pensar e tem quem não dorme há uma semana. Todos nós, São Paulinos, de verdade, acreditamos, mas o frio na espinha é inevitável ao pensar no jogo de amanhã. Mas se o amor existe, a confiança existe. E nós, sabemos muito bem o que é estar no nada e depois ter tudo. Não foi uma, nem duas vezes em que superamos os obstáculos e a negatividade e chegamos onde ninguém acreditava.

Mas isso só aconteceu porque um dia alguém acreditou. Porque fizeram diferente. Porque fizeram o que tinha de ser feito. Porque a camisa pesou de verdade, porque tiveram vontade de fazer história e viveram aquele momento como deveria ser vivido. A cabeça não estava na Europa, estava em campo. A cabeça não estava nos problemas da família, estava em campo. A cabeça estava naquele momento, naquele jogo. Nem no passado e nem futuro, no presente.

O São Paulo de hoje precisa olhar para o São Paulo de ontem e entender que não importa o sangue escorrendo. O que importa é a vitória. A dor na alma, depois da derrota, dói muito mais que a dor física.

O São Paulo de hoje precisa olhar para o São Paulo de ontem e entender que “a camisa que pesa” não é apenas uma ação de marketing. Ela não tem que pesar apenas nos cabides do vestiário. Ela tem que pesar em campo, antes de qualquer coisa. Tem que pesar no corpo do jogador para que ele entenda que não é o seu futuro em jogo, mas o amor e o coração de milhares de torcedores.

O São Paulo de hoje precisa olhar para o São Paulo de ontem e entender que não é porque ninguém acredita que não iremos conseguir. Ninguém acreditava que permaneceríamos na série A em 2009, e então nasceu o Jason. Em 2013 a história se repetiu e ele tornou a aparecer. A constante de desacreditarem e conseguirmos não é atual, é histórica.

O São Paulo de hoje precisa olhar para o São Paulo de ontem e entender que somos um time grande. Que um dia chegaram até a nos chamar de Soberano. Que dizem que o Morumbi te mata, porque ninguém saia do nosso estádio com a classificação. Nós éramos quem botava medo, nós que éramos o certo e não a zebra.

O São Paulo de hoje precisa olhar para o São Paulo de ontem e entender o que é amor. O que é viver a Libertadores. O que é honrar a camisa. O que é ser São Paulo. Se vocês não entendem, ele explica:         

Torcida tricolor, importante!! Nós São Paulindas e toda a equipe SPFC1935 nos encontraremos amanhã, a partir das 20h, no Bar São Tomé  para acompanhar o jogo. Estão todos convidados para juntar-se a nós e endossar o coro de esperança e fé!  E tem coisa boa para os nossos leitores, os 15 primeiros a mencionar o SPFC1935 ganharão um chopp, por nossa conta! Nos vemos por lá, até mais (: