A semana começou com certo desânimo para a torcida tricolor, isto porque o São Paulo ainda não nos passa confiança com seu desempenho dentro de campo. Em um jogo se deu à vida, jogaram de forma espetacular, no outro fazem um jogo ruim e sem esforço algum para ganhar. E foi com essa imagem que  nós torcedores, no último jogo pelo Campeonato Paulista dia 17/04 contra o Audax (Osasco) que acabou eliminando o tricolor da competição.

Confesso que “Libertadores é Libertadores” e  é diferente, é muito mais emocionante, mas para um time de nome como o São Paulo devemos valorizar qualquer que seja o campeonato. É muito difícil  quando você vê os outros times grandes de São Paulo fazendo bons jogos e vencendo outros times. Sem querer desvalorizar o Audax, que por sinal, fez uma excelente partida e foi muito melhor em campo na nossa derrota passada. 

O que nos resta é continuar apoiando e acreditando que iremos passar pelo The Strongest lá na Bolívia (amanhã 21/04), temos o empate a nosso favor, mas acima de tudo,  precisamos desta Libertadores, precisamos de títulos! Há  11 anos estamos nessa angústia, esperando para levantar uma taça. 
Quero representar aqui o sentimento de muitos torcedores, sei que precisamos participar mais dos jogos e levar o apoio ao estádio, mas precisamos de um incentivo maior não só de uma boa partida, precisamos de um sequência de bons jogos e vitórias. Concordo também que o apoio deve ser praticado em todos os momentos do clube, mas para isso precisamos adquirir confiança e essa confiança não vem à tempo.

Estamos cansados de sermos vítimas de piadinhas no dia a dia pelas deslizadas em campo. A crítica continua para todos os lados, seja para a diretoria, o técnico, o goleiro, a zaga, etc. Realmente muitos estão dando motivos para tais questionamentos, mas ainda não acho viável achar um culpado, pois  temos ainda a Libertadores pela frente, com 
nosso apoio já não esta fácil e sem ele será pior ainda, seria 
prematuro e uma forma muito negativa já desistir. Então nos resta ACREDITAR e APOIAR até o fim.
Por: Débora Souza