Procura-se. Vivo ou morto.

Mesmo que pareça estar morto, acredite, esse ser humano estará vivo e respirando.

Ele apenas dorme quando não pode. Quase sempre dorme em pé, tem habilidade pra isso.

Foi visto pela última vez, “”em ação””, no Paraná, na Arena da Baixada.

Fingia-se de morto, pra variar. Mas estava vivo.

Tão vivo que até caguetou seu companheiro quando a bomba estourou.

O cara é enganador e ainda por cima, delator.

É incapaz de olhar o próprio rabo antes de apontar o dedo pro outro, em rede nacional.

Isso aí, na minha terra, tem nome de X-9. E a pena pra dedo de seta não é branda.

O desaparecido tem apenas 25 anos e nasceu no Pará.

Mas foi na baixada santista que mostrou seu talento.

Lá fez história, ao lado de outras promessas.

Mas as outras promessas até vingaram. Mas ele… não.

Chegou à alta cúpula do futebol e vestiu verde e amarelo. Deram a 10 pra ele (já peço perdão antecipadamente).

Foi tratado como maestro. Hoje ele está mais pra mágico, tem o dom de sumir aos nossos olhos.

Sofreu uma lesão no joelho e, a partir daí, nunca mais foi o mesmo.

Saiu como Judas mercenário do lugar que o lançou no ramo.

Ele queria mais dinheiro, mas não deram.
Aí, foi jogar no time rival.

Chegou ao adversário com pompa e circunstância, vestindo beca e com batuta de orquestra nas mãos.

Desembolsaram milhões para tê-lo e o procurado já vestiu a camisa do São Paulo Futebol Clube por mais de 100 vezes.

Mas é possível contar nos dedos quantas vezes ele foi útil, de fato.

Fomos enganados. E assim seguimos.

De mãos atadas. Pagando o Pato e o Ganso!

Ele se considera “acima da média”, mas não é capaz de dar um pique decente na marcação de um jogador.

Tem uma perna mais curta que a outra – por conta das lesões – mas pode-se fazer uma alusão à mentira, que assim como ele, tem a perna curta.

Ele é enganador de bola, aceitem. Vive de lampejos e ganha milhões para assistir aos jogos in loco, sem nada fazer.

Pensa que é jogador, mas é só gente, como eu e você.

Já passou da hora de deslanchar, mas prefere se esconder.

E quando aparece, é com aquela cara lavada de indiferença.

Suas declarações pós-jogo são cada vez mais patéticas.

Será que ele se identifica com o que faz? Será que tem noção de como mexe com o coração de quem acompanha a instituição mais vitoriosa do Brasil?

Páre de sumir, PH. Apareça!

Não precisa mais mostrar para que veio. Só tenha a decência de se retirar.

Para que outro possa fazer o “serviço” de maneira mais adequada e produtiva.

E também pra gente pedir perdão aos gênios do passado que ostentaram com brio a camisa 10 tricolor.

Pedro Rocha, Pita, Raí, Leonardo, Danilo. Nos perdoe pelo equívoco.

A gente não te suporta mais, PH. Não queremos mais financiar sua farsa.

Tostão, o gênio das letras que me perdoe, mas por favor, não o defenda mais em seus textos.

Defenda a massa tricolor que implora por um meia que jogue por inteiro.

Não te amamos. Nunca chegamos a esse ponto.

Nos iludimos. Mas despertamos para a realidade.

Leve com você a meia dúzia de sopros geniais que nos deu. Não serviram para nada.

Quem achar esse infame por aí, entregue-o.

Pra Deus ou pro Diabo.

Pra China ou pro “mundo árabe”.

Pro Flamengo ou pro futsal da Tuna Luso Brasileira. Tanto faz.

Apenas se livrem desse encosto, desse peso morto, que nada acrescentou em nossa história.

Mister M. Mascarado e invisível.

Não fede e nem cheira.

Pelo contrário, você deve explicações ao futebol por feito tantas pessoas acreditarem em você.

E eu sigo buscando esse cara. Vivo ou morto.

Pra dar cabo nessa patifaria.

Você não é digno de aplauso. Você é um moleque sem serventia.

Nem pra ser foie gras você presta. 

Arte: Conrado Dias/SPFC1935
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