A Grazi, são-paulina, conseguiu relaizar seu sonho e o sonho de muitos tricolores.

Acompanhe o relato abaixo da jovem torcedora que saiu da sua cidade, no interior de São Paulo, em busca de um encontro com o M1TO, mesmo sem a garantia de dar certo. Ela conseguiu porque buscou e acreditou!

Parabéns Grazi e obrigada por nos relatar sua história!

Meu
nome é Graziele de Arruda Campos tenho 21 anos, sou de Sorocaba-SP.
Bom,
desde criancinha me identifiquei muito com o São Paulo FC e, ao lado
do meu pai, não perdia um jogo do nosso tricolor paulista. Através da
paixão pelo tricolor, fui conhecendo melhor o trabalho daquele que seria
meu grande ídolo, Rogério Ceni.
Desde essa época meu sonho era
conhecê-lo, mas achava isso difícil, pois era pequena e nem sabia como
correr atrás desse sonho, então fui o acompanhando de longe mas sempre
perto dele. Quando cresci e vi que a aposentadoria estava chegando
decidi correr atrás desse grande sonho. 

Fui ao vestiário do Morumbi em outubro deste ano, mas não consegui falar com ele, pooque ele ia entrar para o jogo,
mas consegui um “oi” de longe.
Era o jogo contra o Bahia e eu vi o último gol de falta
dele, pelo menos até então. Foi muito emocionante, afinal nunca tinha
visto um gol dele ao vivo. 


Mesmo sem conseguir ter contato
próximo com ele neste dia no Morumbi, não desisti do meu sonho. Agendei
uma visita no CT correndo o risco de não o ver novamente, mas
acreditando que ia dar certo. Tive a idéia de fazer um banner para levar à ele e foi ótimo.
Na entrada do CT ele já me avistou, olhou mas
não parou o carro. Lá dentro, ele me viu mais uma vez, mas não consegui nada naquele momento.

Depois de um tempo consegui entregar o banner diretamente pra ele e foi um
momento inexplicável. O Rogério me disse: “Ahhhh é vc?” –  porque ele já tinha me visto lá
na frente do CT. Depois que disse isso, eu não agüentei, chorei e o abracei.
Aí ele me chamou para tirar uma foto com ele e com o banner . Antes da foto eu disse: “Rogério, eu te acompanho por todos os anos da minha vida!” e ele respondeu: “Obrigada
querida!”

Eu estava tão nervosa que só consegui falar isso e agradecê-lo por tudo.
Estava tão nervosa quando ele me avisou: “Você não vai querer um autografo não?”. Eu disse que sim e que meu nervosismo tinha me feito esquecer desse detalhe. 

Ele me deu o autógrafo, me abraçou, agradeceu e foi embora levando minha homenagem em mãos.

 Créditos fotográficos: Graziele Campos Divulgação

Sigam no twitter: @robertanina e @spfc1935