Saudações tricolores, com muita alegria digo que essa é minha matéria de estréia no São Paulindas, depois da minha passagem como colunista do SPFC1935.

Hoje como matéria de estréia, resolvi escrever um pouco sobre a zaga tricolor, digo, em específico,  dele, de vilão em algumas partidas a zagueiro-artilheiro: Antônio Carlos, o matador, Tonhão.

Imagem: Fox Sports

Sempre vi a nossa área ofensiva, como de grande importancia, claro, ali está  Rogério Ceni, o melhor goleiro do mundo (que me descupe, os antis, mas ninguém mudará essa minha opinião/certeza) e vamos combinar, que quantas milhares de vezes tínhamos ele salvando o gol. De fases que nossa zaga não passava nem se quer um gol a uma zaga que a cada lance, um frio na barriga, um susto.
É só olhar para os anos anteriores,  como no ano do Pentacampeonato Brasileiro, onde uma zaga bem trabalhada e introsada se resultou em números, resultados e espetaculares 9 partidas sem tomar gols.

Pois bem, de uns anos para cá não estamos vendo zagueiros que se destacam nas partidas regularmente, uma vez ou outra existe alguma jogada de raça por parte desses jogadores, nada que nos deixe aliviados e sem medo de uma bola cruzada na área ou aquele contra ataque do time adversário.

Imagem: Fox Sports

A diferença é que vim observando o zagueiro Antônio Carlos, que devagar e como titular vem fazendo sua parte de parar os atacantes adversários e mostrando que também sabe fazer gols e sendo decisivo nos jogos do tricolor.
Sabemos que não é um atleta 100%, mas que vem mostrando trabalho dentro de campo. Ele fez seu sexto gol na temporada, e está atrás apenas de Luís Fabiano, que é o atacante do time. Lembrando que Antônio Carlos é o maior zagueiro-artilheiro na história dos pontos corridos do Campeonato Brasileiro, com 28 gols.
A prova que não precisa ser craque e nem usar a camisa 10 é mostrar trabalho dentro de campo, e por esse motivo estamos contando  com um zagueiro-artilheiro no time. Pelo jeito Muricy vem ensinando direito a Antônio Carlos que “Aqui é trabalho, meu filho”.

por: Carolina Sbrici
@carolisbrici