Por Raiza Oliveira (ra_iza)

Galinho de Ouro. Este é o apelido do considerado maior pugilista brasileiro de todos os tempos e que carregava com muita raça e orgulho as três cores do São Paulo Futebol Clube nos anos 1960 e 70. Em seu cartel constam 72 vitórias sendo 50 por nocaute e apenas duas derrotas. Ontem, aos 77 anos, Eder levou um golpe duro: foi internado em São Paulo, com suspeitas de ter desenvolvido Mal de Alzheimer, doença degenerativa sem cura.
Eder já veio de uma família de campeões no boxe. Seu pai era Kid Jofre, um respeitável boxeador na época  e quem passou o que sabia para Eder.  Profissionalmente ele começou em 1957 e no ano seguinte já era campeão brasileiro. Ele deu o primeiro título mundial de boxe para o Brasil em 1960. Depois, tornou-se campeão mundial e manteve o título até 1965, tendo apenas vitórias por nocaute. Numa revanche com um derrotado, em 1966, acabou desistindo do boxe após duas derrotas polêmicas, mas até aí já tinha deixado mais que registrado seu nome eternamente na história do boxe brasileiro e também do São Paulo. 
Eder Jofre foi eleito o nono melhor pugilista dos últimos 50 anos pela Revista norte-americana “The Ring”.
Eder recebeu homenagem no último dia 7 da Federação Paulista de Boxe (Divulgação)
Eder representou a força em um esporte diferente do futebol pelo São Paulo. É hora de mandarmos bons pensamentos para esse grande ídolo! Força, Eder!
#VAILÁDECORAÇÃO