Enfim uma boa nova. Através de nota oficial o São Paulo noticiou agora pouco o pedido de demissão de Adalberto Batista.

Até os mais otimistas esperavam que isso acontecesse somente após o fim da Copa Audi e Suruga.

Contudo, as sucessivas derrotas em campo demonstraram, que não havia mais tempo a perder. Nem o que discutir.

No auge da crise, o nome mais citado após o do Juvenal, foi o dele. Além das contratações insignificantes, que muitas vezes fizeram o Tricolor mais parecer vitrine de empresário do que um time propriamente dito, foram sob sua gestão, as trocas sucessivas de técnico e até mesmo a queda do nível do REFFIS, com o desligamento de profissionais como Carlinhos Neves, Rosan, Turíbio, também entram na conta de Adalberto.

Muita gente até hoje tenta entender como é que ele foi parar no cargo, entendendo e gostando tão pouco de futebol, afinal, se entendesse não estaríamos na crise que estamos e se gostasse, teria acompanhado o time numa partida tão importante como aquela da Libertadores…E foi ali, que nasceu um abismo entre Adalberto e o elenco, Adalberto e torcedores, acredito até mesmo, que entre Adalberto e o futebol.

Graças a Deus. Não fosse isso, talvez  nós, torcedores demorássemos um pouco mais pra perceber a que ponto chegava a desídia do diretor e consequentemente, a incomodar o Presidente.

Se o grito de Muricy foi solenemente ignorado, o fora Adalberto foi acatado e isso é um bom sinal. Teremos, minimamente, alguém mais preocupado com o futebol e menos com o automobilismo para gerir essa crise e quem sabe, sairmos dela ainda esse ano.

Vai, Adalberto. Sem deixar saudades.

Por Carol Nader – @NaderCarol