Por: Carol Nader

Participar de uma competição cujo lema escolhido esse ano foi o título deste post, a princípio, deixaria qualquer torcedor lisonjeado.

Trata-se da Copa Audi, um dos principais eventos da pré temporada europeia, que já revelou grandes jogadores, como na edição de 2009, quando o até então desconhecido Thomas Muller ganhou certa visibilidade após fazer dois gols na final e ser eleito o melhor em campo. Sua próxima conquista foi a “Chuteira de Ouro” na Copa do Mundo da África do Sul. É titular na atualmente prestigiada seleção alemã.
Os participantes, de acordo com o lema do torneio, são equipes de comprovado alto desempenho.  Esse ano, além do Tricolor, participarão o Bayern , Manchester e o Milan.

Nossa missão será representar o futebol Sul Americano e trazer um título inédito pro continente.
O técnico Ney Franco já se manifestou no sentido de que irá levar o grupo completo para a competição (Douglas e mais dez), acredita que isso renderá um bom dinheiro para o clube, além de prestígio internacional.

O zagueiro Lúcio, com experiência de quem já disputou nove temporadas na Alemanha (sede do torneio), poderá ser fundamental para nosso bom desempenho. É esperar pra ver.

Esse ano será a segunda vez que um clube brasileiro participará da Competição que acontece a cada dois anos. O primeiro foi o Inter, em 2011, que na ocasião recebeu 500 mil Euros pela participação, além de ter os custos todos bancados pela organização (pudera, né?).

Dinheiro de pinga? Não. Mas vale a pena? Também não.

Se dependesse de mim mandaria o time de Cotia pra Alemanha.

E digo isso porque minha preocupação vai muito além dos dois dias de Copa Audi.

Vai até o final do Brasileiro.

Vai até a última página do capítulo escrito esse ano na história do clube.

Que eu acredito, pode terminar com muito mais que um milhão e meio na conta.

Pode terminar com mais uma estrela cravada no peito.

E um recorde Fabuloso!

Eu acredito!
Vai, Tricolor,
Fica, Luís,
E vamos, São Paulindos!