Recentemente, no jogo contra o Arsenal de Sarandi pela Libertadores, o São Paulo foi mais uma vítima desse mal chamado preconceito. O alvo da vez foi Luis Fabiano que fora chamado de “macaquito” durante o jogo e, após o apito final, recebeu cartão vermelho de maneira injusta ao conversar com o juiz a respeito da partida.

Foto: Diário de São Paulo

Infelizmente o futebol ainda é recheado de preconceito, seja na América quanto na Europa.

Impossível esquecer o caso de racismo contra Grafite, então jogador do São Paulo em 2005, numa partida pela Libertadores contra o clube argentino Quilmes no Morumbi, no qual o jogador foi chamado de “macaco” pelo adversário. Segundo Grafite, os xingamentos persistiam desde o jogo na Argentina, fator principal que levou o jogador recorrer a uma delegacia e entregar o caso à polícia.

O preconceito abrange outras vertentes além do racial. Outro caso, também protagonizando um ex jogador são paulino, foi a discriminação de um dirigente do Palmeiras, em 2007, contra Richarlyson, insinuando que o jogador era homossexual. Infelizmente essa discriminação também partia de uma parte da própria torcida são paulina que ignorava o jogador e não o valorizava quando merecido.

Mas esses casos não ficam somente na América. O futebol de alvo nível também sofre com esse mal. Na Europa muitos jogadores sofrem com essa diferença. Brasileiros como Roberto Carlos já foram vítimas das torcidas que fazem uso de cantos e xingamentos durante o jogo e até jogam bananas no gramado.

A luta contra o preconceito não vem de hoje, mas infelizmente ainda há aqueles que não aceitam as diferenças no mundo. Acima de cor da pele, da sexualidade ou classe social, existe um ser humano e ele deve e merece ser respeitado.

DIGA NÃO AO PRECONCEITO!