Saudações tricolores! 
O grande evento da semana tricolor foi o jogo contra o The Strongest, válido pela Libertadores. E que sufoco! O jogo não começou como nenhum são-paulino queria, com um gol anulado de Aloísio, em lance que bastava o juiz deixar a vantagem correr. Após isso, Rogério bateu falta, quase perfeita, pois o goleiro do The Strongest defendeu. Logo depois, o SPFC tomou um gol estranhíssimo do The Strongest.  hora. E aí começou o problema: tínhamos que virar! 
O jogo foi tenso até o fim. Conseguimos empatar? Sim. Conseguimos virar? Sim. Mas que tensão pra torcida… O que é possível tirar de conclusão deste jogo é: 
1) A defesa ainda é o ponto vulnerável do time. A escalação com Tolói e Lúcio parece melhor que com Rhodolfo e Lúcio, mas falta interação e comunicação entre eles. Não dá pra tomar gols bobos na Libertadores. 
2) A quantidade de gols perdidos por Luís Fabiano continua em alta. Claro, ele faz. Mas não dá pra perder tantos, até porque não há certeza que tantas oportunidades surgirão em jogos de mata-mata.
3) O time ganhou mais mobilidade quando Ganso entrou. Não tem como negar. Cañete também ajudou a deixar o time mais rápido. 
4) Após o fim do jogo, houve declarações de um dirigente são-paulino sobre o desempenho do time. Dirigente não tem que dar declarações depois do jogo. Simples assim. Pra isso, tem a entrevista coletiva do técnico e de um jogador ao final do jogo. Dirigente não tem que aparecer nestas horas. Declarações como estas só ajudam a desestabilizar o time e é o que a imprensa mais quer. 
Agora o time tem outro desafio pela Libertadores: o Arsenal. Jogo no Morumbi. Tem que vencer, simples assim. Hoje temos jogo pelo Paulista. O jogo de hoje é um treino para o jogo de semana que vem. É assim que o Paulista tem que ser visto. Treino de luxo para a competição mais importante do primeiro semestre, que é a Libertadores. Esperamos que Ney Franco enxergue da mesma forma. 

Thaís Cachuté Paradella.