Por Raiza Oliveira – ra_iza

Imagem: Carlos Queco

É HOJE, TRICOLORES! Chegou o grande dia em que nosso gigante São Paulo FC entrará em campo para escrever mais uma página de um livro que só nós, soberanos, sabemos como ler. Às 21h50, no estádio Couto Pereira em Curitiba, enfrentaremos o time da casa com 1 gol de vantagem. O que esperar?
Na mesma semana que completamos 20 anos da primeira Libertadores conquistada, com um time que tinha Raí, Palhinha, Cafu, Catê.. teremos essa decisão pra acabar de vez com nosso coração, de tanta emoção! Relembrar esse título que cravou nossa consolidação como potência no futebol não tem como explicar…que bom que escrevo pra quem me entende! Assim como todos esses grandes campeões lutaram pra chegar onde chegaram  e elevaram o Mais Querido ao topo, amanhã também teremos novos autores de uma nova história. Os problemas? Quem já alcançou algo importante na vida sabe que sem dor, não há ganho. Estaremos nessa final, com sofrimento, bola na trave, pressão e contra golpes… nossa história nos preparou pra isso. 
Quantas vezes deixamos uma classificação escapar por um detalhe? Nas semi-finais da Libertadores em 2010, contra o Inter, precisávamos de apenas mais um gol para ir pra final…aah se sai aquele gol! Assim como em 2009, também pela Libertadores contra o Cruzeiro, que não sai de nossas mentes até hoje por aquela final da mesma Copa do Brasil em 2000…doída. Tudo isso é passado, sim, talvez até pra esquecer. Mas a nossa história está sendo escrita, e assim como tivemos detalhes que nos fizeram perder, tivemos o dobro de detalhes que nos ajudaram a vencer durante esses 76 anos. Amanhã teremos mais um capítulo cheio desses detalhes na nossa história.
Não tem essa de “mas com essa zaga?” ou “com esse meio campo não dá..” Vejam, não sou da época, mas sempre vejo Tricolores de mais idade que eu contando como Telê era tido como pé frio.. mas sua confiança e trabalho o levaram ao patamar de mestre. Alguém apostou nele, o apoiou. Até o Rogério, que tinha certa desconfiança sobre si até 2004…e hoje, dispensa comentários. É simplesmente o Mito. 
Seja quem for em campo, como técnico ou presidente, a ordem hoje é uma só:
VAMOS VESTIR A CAMISA E CANTAR ATÉ O FIM!