Olá, queridos Tricolores…
Hoje vamos falar sobre um dos maiores ídolos que o São Paulo teve na década de 90 e está comemorando mais um ano de vida.

Vamos conhecer um pouco mais sobre Cafu.
Nascido com o nome de Marcos Evangelista de Morais, em 7 de junho de 1970, na cidade de São Paulo, mais precisamente no Jardim Irene, Cafu passou por 9 peneiras antes de ingressar no futebol profissional. Chegou a pensar em desistir da carreira, mas em 1989 entrou para o São Paulo.
O apelido Cafu surgiu por conta de seu estilo de jogo, parecido com o do ponta do Atlético Mineiro, Cafuringa. Para não ficar parecido com o do veterano jogador, abreviaram para Cafu.
Começou jogando como um atacante, quase ponta direita, porém, não demorou muito para o técnico Telê Santana deslocar o jovem jogador para a lateral direita, onde se sagrou durante sua carreira. Telê, aliás, foi extremamente importante para a carreira do jogador, sempre o obrigando a treinar arremates e cruzamentos. Sob o comando do Mestre, Cafu ganhou o Mundial e a Libertadores de 1992 e 1993. Em 1994 foi eleito o melhor jogador da América, pelo jornal El País. Neste mesmo ano, foi contratado pelo Real Zaragoza, da Espanha, onde ganhou a Recopa Europeia de 1995.
Ainda em 1995, passou pelo Juventude, patrocinado pela Parmalat, que logo em seguida, o levou para o Palmeiras mas, para evitar a provável multa do São Paulo, que estipulou cláusula que impedia o jogador de atuar por outra equipe grande paulista assim que voltasse ao Brasil, a marca deixou-o por um mês no time de Caxias do Sul, onde realizou apenas dois jogos. Ficou no Palmeiras até 1997, quando foi contratado pela Roma. Em 2003, foi para o Milan. Quando terminou seu contrato, em 2008, retornou para o Brasil e, apesar de garantir ter bom preparo físico, recusou propostas de times brasileiros para jogar.
Além disso, Cafu foi convocado para atuar pela Seleção Brasileira no começo dos anos 1990. Seu bom desempenho o qualificou para ser convocado para a Copa do Mundo de 1994. Depois da contusão de Jorginho na final contra a Itália, apareceu como seu substituto, formando parte da defesa brasileira no que se tornou um final feliz; o Brasil ganhou de três a dois nos pênaltis depois da partida e da prorrogação terem terminado sem gols.
Depois disso, se tornou um titular absoluto no time brasileiro, levando o país à final da Copa do Mundo de 1998, onde perdemos para a França. Ainda foi o capitão do Brasil na Copa do Mundo de 2002, depois da contusão do então capitão Emerson, antes mesmo do torneio começar. Ajudou o time a ganhar de 2 a 0 da Alemanha na eletrizante final. Ao levantar o troféu da Copa, Cafu imortalizou o amor a sua esposa, dizendo: “Regina, eu te amo!” e na camisa escreveu a frase “100% Jardim Irene”, lembrando de sua origem humilde, onde mantém uma Organização Não-Governamental.
Apesar de ter sido poupado de jogar a Copa América de 2004, disputou a sua 4ª Copa do Mundo, com trinta e seis anos de idade, pela Seleção Brasileira na condição de capitão do time no ano de 2006. É o único jogador na história do futebol a ter entrado em campo em três finais da Copa do Mundo FIFA.
A equipe do SPFC1935 deseja a este grande ídolo da nação Tricolor que possa ter muitos anos de vida, cheio de realizações e alegrias. A você, querido lateral, muita saúde e paz.
Uma apaixonada pelo São Paulo e pelo futebol.
Créditos da imagens: Blog do Gerson e SPFCAlmaTricolor.